Professor Eduardo Jobim das Faculdades Integradas São Judas Tadeu recebe bolsa Cátedras para estudo em Integridade Empresarial e Compliance

Professor Eduardo Jobim das Faculdades Integradas São Judas Tadeu recebe bolsa Cátedras para estudo em Integridade Empresarial e Compliance

Com pesquisa, ministração de palestras e workshops, o professor deve falar sobre ética e boas práticas no ambiente corporativo das micro e pequenas empresas

Por Mariana Weber

O professor Eduardo Jobim, especialista em Direito Administrativo, Constitucional e Tributário, e docente das Faculdades Integradas São Judas Tadeu, conquistou a cobiçada bolsa Cátedras, destinada a estudos sobre temas importantes para a Controladoria Geral da União (CGU). A bolsa de cinco meses é concedida pela CGU e pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP).

A obtenção da bolsa Cátedras, um processo criterioso que demanda análise curricular, entrevistas e elaboração de um projeto de pesquisa, foi concedida a Jobim devido ao seu projeto focado em conciliar decretos do poder executivo sobre programas de integridade e compliance com micro e pequenas empresas.

O estudo proposto pelo professor visa abordar a questão da informalidade presente nesse segmento empresarial, composto muitas vezes por negócios familiares sem clara separação entre o capital pessoal e empresarial. Essa informalidade pode propiciar práticas não íntegras, o que desperta a atenção da CGU, uma vez que parte dos fornecedores do Estado são micro e pequenas empresas, sendo crucial para o setor público fomentar boas práticas de governança.

Jobim espera contribuir significativamente para a comunidade e os órgãos de controle público, disseminando a cultura da integridade nesse estrato empresarial. Seu estudo, uma vez finalizado, possibilitará a formulação de políticas públicas embasadas em suas descobertas.

Além de suas áreas consolidadas de atuação em Direito Administrativo, Constitucional e Tributário, Eduardo Jobim está empenhado em explorar o campo do compliance, reconhecendo a crescente demanda por integridade e boas práticas corporativas. Ele acredita que isso abrirá novos horizontes não apenas para si, mas para todos envolvidos nessa jornada.

A integridade empresarial não se limita apenas à sua definição tradicional, abarcando também conformidade legal, responsabilidade ambiental, direitos trabalhistas e promoção dos direitos humanos. Jobim cita exemplos de empresas que ao se envolverem em escândalos de corrupção, perdem fornecedores e parceiros, evidenciando os desafios abrangentes e necessários de se adequar às boas práticas.

Essa nova empreitada de Eduardo Jobim promete não só enriquecer o conhecimento acadêmico, mas também impactar positivamente o cenário empresarial brasileiro, promovendo práticas éticas e transparentes, fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a boa governança.

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